Começou, nesta quinta-feira, o julgamento do processo por genocídio movido contra Israel pelo Governo sul-africano. Nesta primeira audiência no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), estiveram presentes quinze juízes do principal órgão judicial da ONU.

A acusação de genocídio na Faixa de Gaza foi movida a 29 de Dezembro pela África do Sul. O país alega que Israel está a violar a Convenção do Genocídio de três modos: cometer genocídio, não impedir um genocídio, e não impedir e punir incitamento a genocídio.

“É o primeiro genocídio da história em que as suas vítimas transmitem a sua própria destruição em tempo real, na desesperada e até agora vã esperança de que o mundo faça alguma coisa”, defendeu Blinne Ní Ghrálaigh, advogada irlandesa e consultora da equipa legal da África do sul.

Benjamin Netanyahu já reagiu e acusa o Governo da África do Sul de “hipocrisia”. “O mundo está de pernas para o ar. As Forças de Defesa de Israel, o exército mais moral do mundo, que faz tudo para evitar prejudicar os não-combatentes, é acusada, pelos representantes destes monstros, de genocídio. A hipocrisia da África do Sul é de bradar aos céus”, disse o primeiro-ministro de Israel, nesta quinta-feira.

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