Uma visita breve aos sites de alguns dos principais museus internacionais, sobretudo europeus e norte-americanos, e uma consulta-relâmpago às antevisões do ano de jornais generalistas e revistas da especialidade é quanto basta para chegar à conclusão de que 2024 vai ser um ano recheado de exposições, com Paris a celebrar dois aniversários de monta à margem dos Jogos Olímpicos — o do impressionismo e o do surrealismo —, Londres a concentrar atenções em artistas que são sinónimo de blockbusters (Van Gogh, Leonardo, Miguel Ângelo, Rafael, Francis Bacon), Nova Iorque a dar protagonismo aos criadores negros que nela trabalharam entre os anos 20 e os anos 40 do século passado (The Harlem Renaissance and Transatlantic Modernism, no Metropolitan) e Estocolmo e várias cidades espanholas (Madrid, Barcelona, Málaga, Valência) a destacar a arte feita por mulheres.

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