Não foi à tomada de posse do novo Governo porque não pôde – “e ponto final” – mas Pedro Nuno Santos tomou bem nota dos recados de Luís Montenegro nos seus 25 minutos de discurso na chuvosa tarde de terça-feira no Palácio Nacional da Ajuda. E esteve a burilar a resposta durante 22 horas para vir recusar a “chantagem” sobre o PS, a “vitimização e o queixume” do PSD e a “narrativa” da direita sobre o excedente orçamental para não cumprir promessas eleitorais e se atirar já para uma campanha eleitoral.

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