Se os países da União Europeia (UE) criassem um imposto permanente, com taxas progressivas de 20% a 40%, sobre os “lucros excedentários” das grandes multinacionais de diferentes sectores de actividade, os 27 Estados-membros poderiam arrecadar cerca de 107 mil milhões de euros por ano em receitas fiscais – e Portugal 929 milhões de euros anuais.

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